quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

MATTHEWS WINCHESTER...





“Sobre a vista estendida do céu, seus olhos encontravam o azul pintado, sobre nuvens brancas que davam diversas imagens manifestadas através de sua imaginação colorida e criativa.

Uma garota de período ainda infante se aproxima do berço. A mesma toca nas bochechas do abelhudo e começa a apertá-las de uma forma atrevida, mas afetuosa. Ela abre um sorriso bastante estendido e sarcástico, puxa de uma sacola algo de forma esférica e de cor intensa. É possível sentir uma flagrância doce vinda da forma esquisita. A menina passa o caramelo sobre a boca do curioso, e coloca dentro da boca. Até sair correndo do quarto a gargalhadas altas e estrondosas.

DE REPENTE...

Um canto fino se ouvia chegar, este lembrava o assovio dos pássaros, quando davam boas vindas ao despertar de um novo dia que se iluminava. Também com um toque de amor materno, que fazia o coração da criança bater forte, trazendo um sorriso sem dentes do guri que se expressava com o olhar. Contemplado e admirando a majestosa princesa que lhe acariciava a face. O sorriso da senhora era esplêndido, possuía um olhar que demonstrava um calor materno jazido. Entre troca de olhares, o pequeno sentia uma palavra que brotava de seu coração... Mãe!”

... UMA OBSCURIDADE SE ESTENDE SOBRE SUA VISTA...

Gritos de desespero são escutados no corredor; “de sua mãe”. A criança sente em seu espírito uma fisgada fria. O único modo de responder a esta angustiante sensação são com as lagrimas, seguidas de um melancólico choro que se prolonga pelo quarto...

... Alguém se aproxima do quarto...

É a sua genetriz...

O semblante alegre e materno que a face de sua mãe expressa agora se torna um sombrio e pálido rosto coberto de sangue. O olhar trás consigo o amor de mãe anterior, mas uma tristeza e angustia é notada em ressonância. Em “visão geral”, a criança chora como se estivesse sentindo algo errado com sua instituidora. A mulher começa a cantar a velha harmonia suave que acalmava os ouvidos do recém-nascido. Passando levemente as mãos através de caricias na face do bebê (a ponto de deixar marcas de sangue sobre a face do inocente), o pequeno dorme acunhado sobre a bela musica pulsada nas cordas vocais de progenitora. Sonhando com uma alegria ingênua e tranqüilizante...

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